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Intermediadores de Pagamento – Pagamento Digital para sua Loja Virtual

Existem maneiras diferentes de se receber pelos produtos ou serviços oferecidos em sua loja virtual. Uma delas e a mais indicada para quem está iniciando os negócios online são os Intermediadores de pagamento (no próximo artigo falaremos da integração direta com a adquirente).
 

Intermediadores de pagamentos ou “Carteira Digital”

São empresas que “terceirizam” o pagamento pelos serviços e produtos oferecidos por seu e-commerce. Na prática funciona da seguinte forma:

– O cliente acessa sua loja.
– Navega e escolhe por um determinado produto.
– Clica no botão “comprar” (ou “Finalizar compra”, no carrinho) e, nesse momento, o intermediador de pagamento entra em ação.
– O cliente é direcionado para o site do intermediador (em alguns casos pode funcionar integrado e abrindo dentro do mesmo site)
– Realiza um cadastro ou, se já possui, insere seu login e senha.
– Seleciona a forma de pagamento e finaliza a compra.

Trata-se de uma ótima opção para quem está começando ou para pequenos negócios.

Pontos positivos

1. Oferece diferentes formas de pagamento para seu cliente. Serão muitas bandeiras de cartões, boleto, débito em conta de diversos bancos. Isso aumenta a sua gama de clientes, universalizando sua loja e abrindo espaço para diversos clientes conseguirem comprar.

2. O intermediador realiza a análise antifraude; e assume a responsabilidade caso exista algum problema com o cliente, como um cartão clonado ou roubado em que o cliente alega não ter feito a compra.

3. Na maioria dos intermediadores de pagamento você encontra um único painel de controle com todas as informações relacionadas à sua conta.

4. É também no painel de controle que você pode realizar a transferência dos valores recebidos pelas vendas para sua conta; e o valor fica disponível em sua tela em até 14 dias após a venda, mesmo que a venda tenha sido parcelada (cada intermediador pode variar com seus próprios planos), ou seja, você receberá antecipadamente o dinheiro.

5. Clientes que já estão acostumados com esses intermediadores e, inclusive já tem contas, podem se sentir mais seguros ao comprar por eles.

6. Na maioria dos casos não se cobra taxa de adesão.

Ótimas vantagens!
Você tem praticamente risco zero, já que quem assume a gestão de risco é uma outra empresa que tem contrato com você.

Mas também existem pontos negativos que devem ser levados em consideração:
– O cliente vai sair da loja quando entrar na página do intermediador. Alguns clientes podem se assustar com essa troca e abandonar o compra.
– Além disso, é necessário que seu cliente faça um novo cadastro (caso não tenha) para poder utilizar o intermediador, o que pode atrasar o processo e também contribuir para o abandono da compra.
– Como o intermediador será responsável pelas fraude, o seu controle é rigoroso e isso pode aumentar o número de compras, fazendo você perder vendas legítimas.
– O intermediador cobra uma porcentagem por transação e, em alguns casos, também existe uma cobrança fixa para cada venda. Existe diferenciação de taxas para vendas por boletos bancários ou cartão de crédito. As taxas sobre o valor de venda podem variar entre 2 e 8%.
– Quando o cliente parcela e você opta por receber o valor à vista, as taxas podem superar o dobro das taxas cobradas nas transações.

Dicas para escolher um intermediador de pagamento

1. É importante analisar as tarifas cobradas e se permanecerão iguais no futuro.
2. Verifique se existe suporte em português.
3. Verifique quantas transações o intermediador é capaz de fazer por segundo, para você não ficar na mão em período de pico.
4. Faça uma análise das perspectivas reais de vendas e veja o quanto de taxa será pago ao intermediador e faça um estudo para identificar se não compensa investir em outras possibilidades, como o próximo formato de recebimento a ser apresentado “Integração direta com o adquirente”, como Cielo e RedeCard.

Se você está começando ou seu se e-commerce ainda não tem um grande fluxo de vendas, nesse caso o uso de intermediador de pagamento é recomendado, mas é preciso colocar tudo na ponta do lápis e estudar o mercado.
A integração pode ser o segundo passo na evolução da sua loja virtual ou o primeiro, vai depender do seu projeto e investimento.

Fonte: E-commerce Brasil /R edação QuasarStudio

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